Monday, April 26, 2010

três pra um!

Um amor, um carinho, vida para mais que o alem, para la da eternidade, se é que isso seria possível. Como já disse que somente o impossível acontece, e que o possível apenas se repete. Então, totalmente impossível mesmo. Há também a voz sincera que toca o corpo, o coração. Ela soa a canção das despedidas cheias de abraços apertados e lagrimas nos olhos pela falta de amor que ainda ira acontecer no momento seguinte; Prélagrimas. Talvez eu pudesse escrever um livro chamado despedidas de aeroportos. Seriam contos de amor e corações partidos que acontecem todos os dias nesses lugares improváveis. Mas existe a alegria do retorno, do ETERNO-RETORNO aos braços que se gostam, que se gostam tanto, tanto, ao ponto de buscarem se tornar o mesmo. Pensei que tinha terminado, mas eu lembro da alegria que me preenche ao sentar ao seu lado na cama enquanto você dorme e passar suavemente a mão no seu rosto até que o medo da morte me levar, tire abruptamente você de mim. Ainda vivo.

A menina do outro lado da linha chora pois fez bem demais para todo mundo, mas todo mundo não estava preparado para receber tanto bem. É como dogville real. A bela mulher cuidou tanto de todos que se esqueceu de si mesma, ou seja, o preceito básico para cuidar do próximo, primeiro cuidar de si.

E tem você que sumiu e não voltou, parece que faz uma eternidade que Não leio sua palavras, pois a voz já quase nem me lembro mais. E eu procuro seu rosto pela rua. Vou procurando pessoas improváveis que possam parecer com você, algumas até lembram um pouco a sua fisionomia, mas somente lembram. HA tensão no espaço do entre. Embora eu tenha jeito de anjo por dentro as vezes passam pensamentos que nada tem haver com esse jeito. Que sentimento seria esse? nao consigo nem descrever!

Wednesday, April 7, 2010

Interlúdio

É a vida, e não para. Intenso, extenso. Não sei a hora que vai acabar e também não me interessa saber. Eu quero é viver. Sonhos, desejos, um turbilhão de sentimentos. E tem a ... que eu disse que não falaria mais, contudo senti-la é outra coisa. É algo que passa dentro do corpo. Alguns pensamentos me deixaram de vez e espero que não voltem . E ainda tem a ilha, não, não é lost, embora eu seja muito Jacob. Não é para entender é para incorporar. A incorporação não passa pelo entendimento. As horas me estrangulam a espera do avião que me leva para longe dela. Um adeus com as mãos pelos vidros no último instante da partida. É sorriso que escorre é amor que preenche. É tudo e nada ao mesmo tempo. Um cheio de sentimento e o vazio do retorno. Mas tem o amanhã e depois e depois, e logo voltamos a nos preencher. Não, não é vazio, é interlúdio que grita, grita de saudade. E os sonhos vêm, e vão. A palhacinha estava no meu sonho; era saudade. Havia um sentimento inexplicável no ar, era circo, era felicidade, sorriso de vida. O abraço da foto é mais real que os meus pensamentos. E termino por aqui sem mesmo saber o caminho que percorri.

Monday, March 15, 2010

Como o mar.

Vontade de escrever, de descrever. O beijo na boca que adoça a vida. Meu corpo no teu como deus te dês-creveu ou re-escreveu. Não ha palavras. O corpo e a maquina. Não, não, o coração e a maquina, dizia a língua da rua na forma de pixo. O corpo que me toca, o corpo que te toca. O sorriso que engendra a alegria apos o amor no fim do dia. Aquele abraço apertado com sabor de infinito, mas que e sempre finito diante ao tempo humano, demasiado humano. Tudo que eu peço e o seu amor todo para mim. Sim, puro egoísmo. Te amo porque amo. E o seu jeito, o seu sorriso, o seu cabelo, o cheiro do seu corpo com perfume, sem perfume . Amo também sua coragem, a sua força de construir. Talvez eu queira roubar a sua força. Não, não teria coragem de lhe roubar, quero mais e compartilhar. Você diz que aprende, mas e você quem ensina. I got sunshine on a cloudy day...talk about, my girl. Vida que da voltas. E assim voltamos outra vez. Ate por quanto tempo?

Saturday, March 6, 2010

Smile like you mean it.

Escrevo e re-escrevo, estou a procura de palavras para soltar do meu corpo o mal estar que me toma. Eu verti de vomito a noite passada, eu verti o verbo. O corpo colapsou, a febre tomou o meu corpo no calor intenso; morrendo ou nascendo?. Dizem que ao final da vida nao sabemos o que acontece pois ele vem sempre fantasiado de inicio. Mas nao, eu nao cheguei no fim, nem no meio eu ainda cheguei, embora as vezes o cansaço que me abate fosse de fim. Fim-começo- a roda do infinito continua a girar pelas maos invisiveis do Deus que nos criou. Vida curta? Os dias passam rapidos e quando me dou conta mais um dia, uma semana, um ano se foi e com ele eu tambem me vou. Eu vou pq vc nao vem e vc nao vindo eu deixo de me importar. E o fim ou o inicio? Ela da prioridades ao trabalho, eu dou prioridade vida. Eu sempre fui do tipo que deu prioridade as pessoas. E o trabalho? o trabalho que se lasque. Me perguntou quanto ela se tornou branca, opaca. Ela diz que meu sorriso sumiu dos meus labios, talvez ela nao possa mais exergar as cores e os sabores e assim nao enxerga meu sorriso. E eu sorrio! Eu ainda tenho a capacidade de sentir a vida, o sangue em minhas arterias, como um garoto que anda com seu skate sentido a brisa do vento escutando sua musica favorita no walkman. Sim, eu ainda tenho muita vida e nao perdi o brilho dos olhos, talvez ate tenha ficado opaco algumas vezes, mas continuo carregando o sol dentro de mim. E eu ainda sou o garoto que anda de skate e vou por ai surfando na onda do asfalto e sentindo a vida fluir. Nao te ligarei mais, pois o resto que vc tem a oferecer e pouco para o humano que eu sou, pode ser que eu seja demasiado humano, o que me leva a dar mais carinho e a uma necessidade de querer mais. No fim nada resta, apenas as belas lembranças dos momentos intensos que vivemos, e na minha caixinha eu vou guardando momentos intensos. Penso que ninguem no leito de morte ira dizer, eu trabalhei muito e listar as coisas que fez, nem mesmo um premio nobel. No final da vida vamos lembrar das pessoas que amamos, dos momentos felizes que vivemos. Agora o menino que vive em mim grita para eu pegar o meu skate colocar debaixo do braço e sair pela cidade. Vou pensando em voce, mas agora vou pensando tambem em como esquecer voce.

Saturday, February 27, 2010

medio ocre

Dias perdidos, dias achados. Sensação de nada. Um tempo branco que passa devagar ao sabor do ponteiro do relógio lógico que esmaga a vida. Hoje e um dia parso, sem sentido, sem expressão. A vodka que toma minhas veias deixam o corpo leve, mas deixam um sensação do vazio que rimane. Felicidade que não chegou no dia de hoje. Talvez eu não tenha um conceito claro da felicidade e almejo coisas que não me fazem feliz. Na verdade a sua falta me deixa triste. Porem, a vida e infinita em quanto se vive. Todas as possibilidades estão abertas. Escolhas podem ser feitas, e rumos podem ser mudados. O navio da vida sopra ao sabor do vento e navegamos ao controle do timão que vai em nossas mãos. Eu sempre falo em sabor, ele muda o sentido da vida, muda os caminhos. O sabor do primeiro beijo, o sabor do momento de felicidade. Não vou mais seguir no movimento triste, vou fazer uma inversão de sentidos e correr pelo the bright side of life, Eu vivo, logo sinto. Não e como dizia descartes, com seu cogito medíocre. Descartes também encheu a cara para escrever o que para mim e baboseira. Será que faz sentido o que eu disse? Tudo bem o desconhecido abre campos de possibilidades. O ruído branco ao fundo da vida faz com que os corpos se percam sedendo a vontade do soberano. Ritornelo sobre o nada que ressoa em nossas cabeças alienadas. Me deram um nome e me alienaram de mim. Gosto dessa frase, não sei de onde veio, algum grande escritor deve estar gritando pela minha boca. Eu nada crio, tudo recopio. Minhas palavras são recortes mal feitos de mentes brilhantes que se incorporaram nesse corpo medi-ocre. Medi-ocre e uma cor? Médio ocre, uma cor de nada sobre coisa nenhuma. Assim como esse texto, sem começo nem meio e muito menos fim. E as palavras se soltam do corpo-maquina e agora vou me jogar na água, quem sabe eu não renasço...

Saturday, February 20, 2010

Faz tempo que nao escrevo. Escrevo porque me faz falta, porque voce disse que faz tempo que eu nao escrevo. Sinto a falta. Me falta loucura, ou me sobra, realmente nao sei. Vou escrever sem pensar apenas dizendo o que sinto. Me faz falta escrever assim como me faz falta ler. Falta sua. Que palavra estranha falta, prometo nao dize-la mais, pelo menos nesse post.
Os dias passam rapido demais, acordo logo estou deitado, sempre cansado do cotidiano que nos aperta. Por outro lado e bom ter um cotidiano para viver. Meu cotiano e divido com meu pai.Com ele aprendo, com ele vivo um tempo que nao vivi. Viajar pelo mundo me trouxe coisas muito boas, mas a simplicidade, sabedoria e tranquilidade do meu pai sao horizontos a serem conquistados.
Bloguear e escrever o que se passa dentro de mim. E passa a sua... quase ja estava para dizer a palavra que eu tava repetindo. COmo prometi nao vou dizer. Ela apareceu essa semana e me moveu a escrever, sao linhas pretas e brancas ainda, um pouco sem intensidade, ou com uma intensidade escondida. Tipo rio subterraneo. Rio, agua, eu sempre volto a agua. O liquido amniotico onde se gera a vida. Talvez eu esteja criando vida agora, tentando ver alem do horizonte. Vida, so lifelike. It means nothing, if I havent got you. Pensamentos que se espalham pelo ambiente corpo. A vida e dificil, mas tem sabor de melancia. hum, melancia.
Hoje pintei mais um pouco do quadro, logo ele estara terminado e ela podera me carregar com ela por onde quiser. Eu nao disse antes, mas estou pintando um quadro para uma pessoa especial e espero que ela goste, pois ali vao as marcas que ela deixou no meu corpo tambem. E toque, contato, intensidade, in-tenso.
La fora chove, mas mesmo assim eu iria correndo, so para ver o meu amor.
Hoje ja foi um avanco, voltar a escrever e algo que ... nao posso dizer a palavra. Uma hora invento outra palavra para colocar no lugar dessa.
por enquanto e isso, nada sobre coisa nenhuma, mas palavras que se descolam do corpo maquina movido pelo mundo capitalista.
Como disse o poeta: e conseguir passar pelo inferno sem fazer parte dele.

Wednesday, August 12, 2009

Voltando as origens

Voltar a escrever. Uma vontade que dá. Agora tomo um tempo do meu dia capitalista para escrever qualquer coisa. A sensação é que estou deixando o meu trabalho para trás e que ele é importante. Não sei ainda o que é importante. Viver cada dia de uma vez parece algo que valha a pena. Mas não sei, são palavras ao vento que pululam pelas mãos após um breve momento no que se chama mente. De qualquer forma é um início... e como sempre... vamos ver aonde vai chegar.

 
Locations of visitors to this page